Alexis Coelho
Meu nome é Alexis Coelho, sou Engenheiro de Soluções focado em transformar necessidades de negócio em soluções técnicas, para clientes internos e externos.
Minha trajetória inclui consultoria em operações de vendas em quatro países, atuação como elo técnico entre times de Produto e Vendas, e desenvolvimento de aplicações full-stack.
Minha especialidade é transformar programas de retenção, workflows internos e monitoramento de performance em sistemas que as pessoas realmente querem usar. Gamificação e design interativo são áreas que me fascinam, e conceitos que exploro ativamente em aplicações como o JIKO e o Trofy, desenvolvidos no PZLabs.
Soluções
Essas são as categorias de soluções que atuo:
Projetos
Uma lista dos projetos que desenvolvi, de aplicações web em produção a sistemas de gamificação e jogabilidade.
JIKO App
App web de produtividade para monitorar sessões de foco e ajudar na análise de performance pessoal.
Automação de Feed WhatsApp
Uma automação que entrega atualizações de RSS via WhatsApp, com gerênciamento de participantes.
acoelho.dev
Este site!
Website full-stack para portfolio e demonstração de elementos de gamificação.
Trofy
Mobile app de tarefas que gamifica objetivos pessoais para desenvolvimento de bons hábitos.
Protótipos de Jogos
Jogos criados para explorar os fundamentos de game design e experimentar sistemas e mecânicas de jogabilidade.
Tecnologias
Essas são algumas das principais tecnologias que uso frequentemente em meus projetos, ou que utilizei extensivamente no passado:
Histórico
Minha carreira sempre foi voltada para transformar necessidades de negócio em sistemas técnicos funcionais, seja em gerenciamento de projetos, operações de vendas, ou desenvolvimento de aplicações.
Minha graduação em Engenharia de Produção moldou a forma como eu abordo qualquer problema, entendendo a visão geral de negócio, quebrando problemas em partes menores, e realinhando processos com novas estratégias organizacionais que estão em constante evolução.
Meu primeiro cargo após a graduação foi gerenciar um projeto de engenharia de US$ 7,5 milhões no setor de Óleo e Gás em São Paulo, liderando uma equipe multidisciplinar de 11 pessoas e administrando o maior relacionamento internacional de cliente da empresa.
Buscando migrar para uma carreira mais voltada a tecnologia, voltei aos estudos para um MBA na Queen's University, que aprimorou a forma como avalio as restrições reais de um negócio e traduzo esse entendimento em decisões que realmente fazem a empresa avançar.
Essa mudança me levou a Toronto, onde passei os anos seguintes em posições de Operações de Vendas e de conexão entre times de Vendas e Produto para startups de SaaS em rápido crescimento. Em uma dessas posições, atuei como o elo técnico entre Vendas e Produto, garantindo que o que estava sendo vendido correspondesse ao que realmente podia ser construído, além de padronizar o processo de onboarding de clientes da empresa. Em outra, estruturei um departamento de Operações de Vendas do zero, migrei o CRM de uma empresa do HubSpot para o Salesforce em 3 meses, e treinei mais de 90 vendedores em novas ferramentas e processos, contribuindo para um crescimento de receita de 250% e um aumento de 10% na conversão do funil de vendas.
Depois disso, atuei como consultor independente de Operações de Vendas e CRM por alguns anos, apoiando empresas no Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Brasil com implementações de Salesforce, integrações com terceiros, e painéis de analytics que davam às equipes de vendas e liderança visibilidade real sobre a performance do funil.
Hoje meu tempo está focado na posição de Líder de Transformação Digital na GG Mídia, administrando a infraestrutura digital de uma editora com mais de 50 anos de história, além do trabalho independente através da PZLabs, onde coloco minhas habilidades de gamificação em prática com aplicações full-stack como o JIKO.
Esse interesse em gamificação vem de muito antes do início da minha carreira. Uma das maiores perguntas que lembro de ter quando criança era como uma geladeira realmente funcionava, parecia magia, e eu precisava entender aquilo. Essa curiosidade foi uma grande parte do motivo pelo qual escolhi cursar Engenharia. A mesma pergunta voltou com jogos: por que mecânicas simples como pontos, sequências ou níveis motivam as pessoas a agir de formas que nem sempre fazem sentido racional? Esse cruzamento de mecânicas de jogos com a vida real acabou se tornando o meu foco profissional.
Ao longo da minha carreira, a parte mais difícil sempre foi fazer o usuário final realmente adotar as soluções sendo construídas. Treinamento pode ajudar na adoção, mas só vai até certo ponto e não resolve o problema pela raiz. Gamificação é o conceito que utilizo para resolver esse desafio, aplicando mecânicas de engajamento que tornam jogos envolventes, a programas de retenção, workflows internos, e ferramentas de monitoramento de performance que construo hoje. É a mesma ideia que Mary Poppins já cantava bem antes de 'gamificação' virar um termo na moda.
Meu uso de IA
Aprendi na prática que repassar tarefas críticas para ferramentas de IA acaba criando problemas de retenção de conhecimento e dificuldade de manter uma qualidade uniforme do trabalho. Hoje, uso essas ferramentas da mesma forma que antes usava pesquisas no Google, em fóruns, e em vídeos do YouTube. É uma maneira de revisar e melhorar, e não fonte de criação ou tomada de decisão. Nenhuma das minhas aplicações é definida ou construída por ferramentas de IA ou prompts, elas apenas são revisadas e aprimoradas através de um uso cuidadoso dessas ferramentas.
Sendo um millennial, cresci nos primeiros anos da internet. Na época, a única forma de encontrar informação era em canais de mIRC e fóruns escondidos. Desde então, o jeito como acessamos informação online evoluiu rapidamente de buscas no Google, conversas no Stack Overflow, vídeos tutoriais no YouTube, comunidades como Reddit, e agora, a Inteligência Artificial.
O que antes era uma grande quantidade de dados disponíveis publicamente para qualquer pessoa consumir agora está diluído por sistemas preditivos, projetados para detectar, aprender e reproduzir com base em dados existentes. Embora isso torne mais fácil e rápido encontrar informação, também levanta questões preocupantes sobre como esses sistemas são treinados e quais implicações futuras eles podem ter.
Na prática, isso significa que eu documento uma ideia e construo minha própria estrutura e lógica antes de introduzir IA no processo. Uma vez que essa base está criada, a IA otimiza, refatora, e me ajuda a chegar a uma versão final polida muito mais rápido do que conseguiria sozinho. Ainda lido com a tensão entre autoria, velocidade e controle, mas sempre chego à mesma conclusão: usada com cuidado e método, a IA eleva a qualidade do que eu entrego, sem substituir o raciocínio que me leva até lá.
Interesses
Eu mexo com computadores e hardware desde criança, meus pais me deram meu primeiro computador aos 11 anos, e alguns anos depois eu já estava montando e desmontando máquinas e configurando servidores privados para jogos online. Essa curiosidade prática esfriou por um tempo ao me afastar da programação durante o ensino médio e a faculdade. Só voltei a focar nas minhas habilidades de programação quando me aprofundei em APIs e automações através da minha experiência em Operações de Vendas. Voltar a programar significou dar alguns passos atrás para reconstruir bases sólidas de desenvolvimento antes de me sentir qualificado para lançar soluções prontas para produção.
Sou um nerd desde que me conheço como pessoa. Como qualquer bom nerd, jogos também foram um interesse constante ao longo da minha vida. Começou como uma forma de desconectar da realidade, mas evoluiu para uma fascinação por como experiências interativas podem ser desenhadas de forma intencional para criar momentos inesquecíveis. Essa mesma curiosidade também aparece em algumas outras áreas da minha vida:
Obrigado pelo interesse no meu perfil. Se meu histórico, meus projetos, ou qualquer outra coisa te interessou, fique à vontade para enviar um e-mail ou WhatsApp e vamos conversar.